Mostrar mensagens com a etiqueta Vários 2014. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vários 2014. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
"O Velho do Restelo"
A curta-metragem "O Velho do Restelo", a mais recente obra de Manoel de Oliveira, estreia-se hoje em Portugal, dia em que o realizador completa 106 anos.
PARABÉNS, MANOEL DE OLIVEIRA!!! CENTO E SEIS ANOS!!!
MANUEL Cândido Pinto de OLIVEIRA nasceu no Porto, a 11 de Dezembro de 1908, tendo sido registado com a data do dia seguinte. Apesar da sua provecta idade, continua a exercer a actividade de cineasta, sempre com as mais elogiosas menções por parte da crítica internacional. Vale Abraão, O Convento, A Caixa e Non ou a Vã Glória de Mandar são alguns dos seus mais conhecidos filmes.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Declaração Universal dos Direitos do Homem em 10 de dezembro de 1948
A
24 de outubro de 1945, no rescaldo da Segunda Guerra Mundial, as Nações Unidas
surgiram como uma organização intergovernamental com o propósito de salvar as
gerações futuras da devastação do conflito internacional.
Representantes das Nações Unidas de
todas as regiões do mundo adotaram formalmente a Declaração Universal dos
Direitos do Homem em 10 de dezembro de 1948.
A
Carta das Nações Unidas estabeleceu seis corpos principais, incluindo a
Assembleia Geral, o Conselho de Segurança, o Tribunal Internacional de Justiça,
e em relação aos direitos humanos, um Conselho Social e Económico (ECOSOC).
A
Carta da ONU concedeu à ECOSOC o poder de estabelecer “comissões para os
assuntos económicos e sociais e para a proteção dos direitos do homem.” Uma
delas foi a Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que, sob a
presidência de Eleanor Roosevelt, viu a criação da Declaração Universal dos
Direitos do Homem.
A
Declaração foi redigida por representantes de todas as regiões do mundo e
abarcou todas as tradições legais. Inicialmente adotada pelas Nações Unidas a
10 de dezembro de 1948, é o documento dos direitos humanos mais universal em
existência, delineando os direitos fundamentais que formam a base para uma
sociedade democrática.
A
seguir a este ato histórico a Assembleia exigiu a todos os países membros que
publicassem o texto da Declaração e que “fizessem com que fosse disseminada,
exibida, lida e explicada principalmente nas escolas e noutras instituições
educacionais, sem qualquer distinção baseada no estatuto político dos países ou
territórios”.
Hoje
em dia, a Declaração é um documento vivo que foi aceite como um contrato entre
um governo e o seu povo em todo o mundo. De acordo com o Livro de Recordes
Mundiais do Guinness, é o documento mais traduzido no mundo.
Aqui texto completo da declaração»»
Aqui texto completo da declaração»»
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
ALMEIDA GARRETT
A 9 de Dezembro de 1854, morre, em Lisboa, João Baptista da Silva Leitão de ALMEIDA GARRETT
Nome maior da cultura portuguesa. Foi um político liberal, grande
orador, embaixador, escritor e poeta de grande mérito. Está
particularmente ligado ao teatro português. A ele se deve a criação do
Conservatório de Arte Dramática e do Teatro Nacional D. Maria II. Deixou
obras repetidamente levadas à cena como Frei Luís de Sousa e O Alfageme
de Santarém. Provavelmente o mais belo livro que escreveu foi Viagens
na Minha Terra.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Muito especial e intemporal
Pedra Filosofal
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
In Movimento Perpétuo, 1956
24 de novembro - Dia Mundial da Ciência; Dia Nacional da Cultura Científica
Origem do Dia
O Dia Nacional da Cultura Científica foi criado em 1996 em Portugal. Foi escolhido o dia 24 de novembro para a sua celebração pois foi neste dia (em 1906) que nasceu Rómulo de Carvalho, o professor de Física e Química, responsável pela promoção do ensino de ciência e da cultura científica em solo nacional. Rómulo de Carvalho foi também poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão.
Semana da Ciência e da Tecnologia
De 22 a 30 de Novembro, durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, instituições científicas, universidades, escolas e museus abrem as portas, proporcionando à população oportunidades de observação científica e de contacto pessoal com especialistas de diferentes áreas do conhecimento.
Ler »»
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Escritaria, em Penafiel
"Neste momento de crise, toda a gente está a perceber que a cultura é
uma porta fundamental para sairmos dela", disse, comentando ainda: "A
cultura vive com o mínimo dos mínimos, mas sabemos que, a partir dela,
multiplicando, faz os máximos dos máximos".
O festival Escritaria terminou esta tarde, após vários dias com
iniciativas culturais que assinalaram, no museu municipal e nas ruas e
praças da cidade, a vida e a obra de Lídia Jorge.
No encerramento, dirigindo-se ao escritor Mário de Carvalho,
homenageado na edição de 2013, e que hoje participou num dos painéis, a
escritora observou, a propósito do festival:
"Nós os dois estamos a desfrutar de momentos em que a realidade é muito consoladora".
Recordando os eventos que animaram a cidade desde quinta-feira, Lídia
Jorge salientou uma frase sua que a organização colocou à entrada da
biblioteca da cidade.
"Nunca imaginei que uma frase minha pudesse estar escrita no chão de uma biblioteca", comentou, emocionada.
No passeio, à entrada daquele equipamento público, pode ler-se: "Não
há livros de instruções para salvar a vida, só a literatura se aproxima
desse grande livro".
Segundo a escritora, trata-se de "uma frase de congregação de todos
os que escrevem, editam e traduzem, aqueles que multiplicam a divulgação
dos livros".
A concluir, deixou uma mensagem às dezenas de pessoas que assistiam ao momento de encerramento do Escritaria.
"Tenho uma grande ambição. Só quero ser uma cronista do tempo que passa, do meu tempo, do vosso tempo, do nosso tempo".
(Inf. via ionline.pt)
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Outono de Nós
No dia 6 de Fevereiro, os alunos do 11º ano,
turma O, juntamente com as alunas do Clube Ensinarte, estiveram na nossa
Biblioteca a apresentar a peça de teatro «Outono de Nós».
Perante uma plateia muito atenta e feliz, aqui estão as imagens.
Obrigada aos alunos, à professora Maria José Teixeira e professor João Azevedo.
Perante uma plateia muito atenta e feliz, aqui estão as imagens.
Obrigada aos alunos, à professora Maria José Teixeira e professor João Azevedo.

Subscrever:
Mensagens (Atom)























