terça-feira, 25 de novembro de 2014

OS MAIAS - TRAILER



SUGESTÃO em dia de EÇA DE QUEIROZ



TÍTULO: Eça de Queiroz - A Questão Inalienável da Naturalidade Vila-Condense
AUTOR: Francisco Mesquita
 
"Será porventura eterna a teia de mistério que envolve o local exato onde a jovem solteira Carolina Augusta deu à luz o seu filho José Maria, o primogénito de vários irmãos, mas o único a quem os progenitores nunca concederam o aconchego do lar paternal.O primeiro documento oficial existente dá-o como natural e batizado em Vila do Conde, pelo que não é de estranhar a menção deste facto nos diversos documentos oficiais existentes, os quais expressam – por vezes, pela própria mão do escritor - a sua inequívoca naturalidade vila-condense.Na época, não existiam conservatórias civis e os assentos de nascimento eram da competência dos cartórios paroquiais, neste caso o da paróquia de S. João Baptista de Vila do Conde, em cuja Igreja Matriz o batizado se realizou, pelo que é absolutamente legítimo declarar José Maria Eça de Queiroz como natural de Vila do Conde."

Eça de Queirós na Biblioteca Nacional

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Eça....em dia de aniversário, deste grande escritor, fica a saber mais sobre ele!

A 25 de novembro de 1845, nascia numa casa da Praça do Almada, na Póvoa de Varzim, um menino de nome José Maria de Eça de Queirós.


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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Procura a ciência


Participa, concorre


Prémio Literário Joaquim Pacheco Neves


Joaquim Pacheco Neves – (1910-1998) Escritor e investigador  da história vilacondense, Joaquim Pacheco Neves é autor de uma extensa obra, destacando-se principalmente nos contos e novelas. A sua obra foi galardoada com alguns prémios nacionais. De quase meia centena de títulos que publicou, destacam-se: O bairro do Cemitério, Histórias da Noite Escura, Contos Macabros, José Régio, Os desenhos de Régio. O Mosteiro de Santa Clara de Vila do Conde, Vila do Conde e Luís Afonso Baldaia, entre outros.


Joaquim Maria Pacheco Neves foi um médico e escritor de Vila do Conde e sócio honorário do Círculo Católico de Operários. Por conseguinte, a homenagem que lhe é prestada, dedicando-lhe o Prémio Literário com o seu nome, deve-se à dedicação que teve na sua vida para com o CCO, e também ao espólio pessoal que por decisão da família de Joaquim Pacheco Neves, falecido em 1998, foi doado ao CCO.
A 11 de junho de 2011, aquando da cerimónia de encerramento da comemoração do 1º centenário do seu nascimento, abriu na sede do CCO um espaço dedicado a este escritor vila-condense, onde se procurou reconstituir o ambiente do seu escritório. Nesta sala, aberta ao público em geral, podemos encontrar testemunhos da ligação de Joaquim Pacheco Neves a esta associação desde os anos 30, assim como a outras associações e instituições, prémios literários com que esta personalidade foi distinguida e referências às suas amizades.
Esta associação considerou ser este o momento ideal para instituir o Prémio Literário Joaquim Pacheco Neves, com o objetivo de desenvolver e promover o gosto pela escrita e pela leitura junto dos alunos do concelho de Vila do Conde, convidando as escolas e agrupamentos de escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário a participarem nesta iniciativa com trabalhos inéditos no âmbito do conto, novela, teatro e história local. Este prémio pretende distinguir em ex aequo três trabalhos de entre os apresentados a concurso.
Dando seguimento a esta iniciativa o Círculo Católico de Operários convidou o Dr. Amorim Costa, para presidir e constituir o júri do Prémio Literário Joaquim Pacheco Neves, tendo este convidado a Dra. Albina Maia e o Dr. António Nabais para o integrar.
No ano 2013, a direcção do CCO decidiu editar os trabalhos vencedores do ano letivo 2011-2012, tomando a decisão de continuar todos os anos a editar os trabalhos vencedores dos anos seguintes.
(Inf. via CCO)

9ª Edição do Concurso Nacional de Leitura 2014-2015


O Concurso Nacional de Leitura é uma iniciativa do PNL que propõe um desafio às competências de expressão escrita e oral dos alunos do 3º ciclo e do Ensino Secundário das Escolas Públicas, privadas e EPE. O processo decorre em três fases distintas, ao longo do ano letivo, e culmina numa final nacional em que são apurados os vencedores em cada um dos níveis de ensino.
O objetivo central deste concurso é estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral junto dos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. 

Muito especial e intemporal

Pedra Filosofal

Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida,
que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

In Movimento Perpétuo, 1956


Investigador e POETA

A 24 de Novembro de 1906, nascia, em Lisboa, RÓMULO VASCO DA GAMA DE CARVALHO, professor, investigador e poeta. Como pedagogo, foi autor de inúmeras obras de divulgação científica e, como poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão, escreveu conhecidos poemas como Lágrima de Preta e Pedra Filosofal.

24 de novembro - Dia Mundial da Ciência; Dia Nacional da Cultura Científica


Origem do Dia
O Dia Nacional da Cultura Científica foi criado em 1996 em Portugal. Foi escolhido o dia 24 de novembro para a sua celebração pois foi neste dia (em 1906) que nasceu Rómulo de Carvalho, o professor de Física e Química, responsável pela promoção do ensino de ciência e da cultura científica em solo nacional. Rómulo de Carvalho foi também poeta, sob o pseudónimo de António Gedeão.



Semana da Ciência e da Tecnologia


De 22 a 30 de Novembro, durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, instituições científicas, universidades, escolas e museus abrem as portas, proporcionando à população oportunidades de observação científica e de contacto pessoal com especialistas de diferentes áreas do conhecimento.
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