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terça-feira, 20 de junho de 2017

Fomos ver teatro

Duas peças de teatro representadas pelos alunos do 6º ano, para os colegas do 5º ano de escolaridade.
Mais uma vez, a direção das peças de teatro esteve a cargo do professor, António Amaral.
Parabéns, professor!






Teatro de Sombras

O Teatro de Sombras foi representado pelos alunos do 5º ano para os meninos do 1º ciclo.
Parabéns para os atores e para o professor, António Amaral.




Os nossos alunos na entrega dos prémios Joaquim Pacheco Neves


Dia 2 de junho, Ana Fernandes, autora do livro «Levo-te às Estrelas».




Exposição de Paus de Chuva




Trabalhos realizados pelos alunos de Espanhol




segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Histórias Contadas em Primeira Mão


A brochura "Histórias contadas em primeira mão" resulta do trabalho desenvolvido pelos agrupamentos de escolas, no âmbito do projeto Todos Juntos Podemos Ler. Este projeto decorre de uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares, a Direção de Serviços de Educação Especial e Apoios Socioeducativos/ Direção-Geral da Educação e do Plano Nacional de Leitura. Conta com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Portugal Telecom. O projeto Todos Juntos Podemos Ler surgiu com os seguintes objetivos: 
• Apoiar projetos de leitura inclusiva nas bibliotecas escolares (BE);
• Desenvolver boas práticas de promoção da leitura; 
• Promover a partilha de recursos e materiais pedagógicos inclusivos. O trabalho colaborativo entre os professores bibliotecários e os professores de educação especial, no qual se alicerça todo o projeto, permitiu responder com inovação e eficácia aos desafios lançados pela inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE). O projeto, iniciado no ano letivo de 2011-2012, abrange 246 escolas de 72 agrupamentos de escolas, 99 professores bibliotecários, 390 professores de educação especial, 687 professores de várias áreas disciplinares e professores titulares de turma, 56 elementos das direções das escolas, 239 técnicos (terapeutas, psicólogos, assistentes operacionais) e cerca de 7000 alunos. Para a presente brochura foi selecionado um conjunto de projetos de diferentes regiões, públicos e contextos, pretendendo-se, assim, constituir uma pequena amostra dos projetos desenvolvidos. Agradecemos especialmente à Fundação Calouste Gulbenkian, que tornou possível a presente publicação, pelo apoio que deu ao projeto Formar e Inovar para Incluir, no âmbito da candidatura Educação Especial 2015, do Programa Gulbenkian Qualificação das Novas Gerações.
(Inf. Via RBE)
(Aqui mais inf.
 http://www.rbe.min-edu.pt/np4/file/1857/brochura_digital.pdf)

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Uma boa notícia boa

Para compensar o "desastre" dos auscultadores partidos, hoje, o Prof. Carlos Cardeal fez esta oferta à biblioteca!!!
Obrigada, professor.




Estes duraram 22 dias!!!

domingo, 20 de novembro de 2016

Obra “Eça de Queiroz em Casa — Desenhos e Textos Inéditos” publicada na próxima quarta-feira

Obra com desenhos e textos inéditos intitulada "Eça de Queiroz em Casa - Desenhos e Textos Inéditos", com organização e transcrição Irene Fialho, é publicada na próxima quarta-feira, dia 23 de novembro.




“Os textos e desenhos que aqui se publicam são, na sua maioria, inéditos, provenientes de álbuns que estiveram mais de cem anos escondidos do público. Mesmo nos poucos casos em que os textos e as imagens já se encontravam publicados, nunca foram coligidos numa edição que restituísse a sua forma original”, afirma na introdução Irene Fialho.
Segundo a investigadora, “estes álbuns não só nos revelam uma faceta quase desconhecida de Eça de Queiroz, a de desenhador, como nos permitem uma visão única do círculo familiar e de amigos em que o grande escritor viveu”.
“Desde autocaricaturas a poemas escritos ao desafio, passando por retratos de perfil, partituras e até o desenho de um diabo nu, somos levados aos serões íntimos que Eça de Queiroz partilhava com os seus”, argumenta Irene Fialho, mestre em Literaturas Comparadas, pela Universidade de Coimbra.
Numa das “autocaricaturas” publicadas Eça personifica-se como uma cegonha, e noutra carrega uma cruz antropomórfica para Bristol, em Inglaterra, e na qual colocou a seguinte legenda: “Jesus Maria levando a cruz para o consulado”.
José Maria Eça de Queiroz foi nomeado cônsul de Portugal em Bristol em julho de 1878, e segundo Irene Fialho a comparação que faz de si a uma cegonha deve-se “à [sua] magreza”. “Simbolicamente — escreve a investigadora -, é a sua efígie enquanto criador de textos literários, mas também de muitos dos desenhos e poemas registados neste caderno”, a publicar pela Editorial Presença.
A obra “Eça de Queiroz em Casa — Desenhos e Textos Inéditos” é apresentada na próxima sexta-feira às 19:00, no Grémio Literário, em Lisboa, data em que passam 171 anos sobre o nascimento do escritor na Póvoa de Varzim, no Minho.
Realça a investigadora que a faceta pictórica, tal como a de poeta, do autor d’”A Relíquia” são desconhecidas para a maioria dos seus leitores.
Na parte artística há, aliás, relatos de contemporâneo seus, que testemunham os “extraordinaríssimos desenhos” de Eça, como se lhe referiu o escritor brasileiro Eduardo Prato, citado por Irene Fialho.
A obra revela ainda caricaturas do seu amigo, o escritor Ramalho Ortigão, entre elas elas, uma que ilustra um pequeno poema heroico-cómico, “A Ramalhada”, também reproduzido parcialmente, e uma outra em que Ramalho Ortigão (1836-1915) surge sentado numa sala com várias escovas e maletas, ou outras que o mostra como um galo, “que faz contraponto à cegonha Eça de Queiroz”.
Entre os escritos inéditos ou menos conhecidos do romancista, esta obra reproduz a “Farsa de Inês de Castro”, em verso, dividida em 14 episódios, mas incompleta, e ainda do “Caderno de D. Emília de Castro”, com quem Eça casou em 1886,
Este caderno inclui vários poemas, alguns em inglês e francês (traduzidos nesta edição por Helena Sobral, do filho do casal, José Maria d’Eça de Queiroz, nascido em Londres em 1888, e ainda um da sua irmã, Maria d’Eça de Queiroz, datado de 1908.
A atual edição inclui aliás, do caderno de Maria d’Eça de Queiroz (1887-1970), a narrativa curta “João Chinchila”, do amigo brasileiro da família, Domício da Gama, que o dedica à filha do escritor. Domício da Gama num postal ilustrado, datado de abril de 1899, promete à jovem o conto “João Chinchila”, que publicou em 1901, cerca de um ano depois da morte do autor d’”A Cidade e as Serras”.
(In, http://observador.pt)