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terça-feira, 20 de junho de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Histórias Contadas em Primeira Mão
A brochura "Histórias contadas em primeira mão" resulta do trabalho
desenvolvido pelos agrupamentos de escolas, no âmbito do projeto
Todos Juntos Podemos Ler. Este projeto decorre de uma parceria entre
a Rede de Bibliotecas Escolares, a Direção de Serviços de Educação
Especial e Apoios Socioeducativos/ Direção-Geral da Educação
e do Plano Nacional de Leitura. Conta com o apoio da Fundação
Calouste Gulbenkian e da Fundação Portugal Telecom.
O projeto Todos Juntos Podemos Ler surgiu com os seguintes objetivos:
• Apoiar projetos de leitura inclusiva nas bibliotecas escolares (BE);
• Desenvolver boas práticas de promoção da leitura;
• Promover a partilha de recursos e materiais pedagógicos inclusivos.
O trabalho colaborativo entre os professores bibliotecários
e os professores de educação especial, no qual se alicerça todo
o projeto, permitiu responder com inovação e eficácia aos desafios
lançados pela inclusão dos alunos com necessidades educativas
especiais (NEE).
O projeto, iniciado no ano letivo de 2011-2012, abrange 246 escolas
de 72 agrupamentos de escolas, 99 professores bibliotecários,
390 professores de educação especial, 687 professores de várias
áreas disciplinares e professores titulares de turma, 56 elementos
das direções das escolas, 239 técnicos (terapeutas, psicólogos,
assistentes operacionais) e cerca de 7000 alunos.
Para a presente brochura foi selecionado um conjunto de projetos
de diferentes regiões, públicos e contextos, pretendendo-se, assim,
constituir uma pequena amostra dos projetos desenvolvidos.
Agradecemos especialmente à Fundação Calouste Gulbenkian, que
tornou possível a presente publicação, pelo apoio que deu ao projeto
Formar e Inovar para Incluir, no âmbito da candidatura Educação
Especial 2015, do Programa Gulbenkian Qualificação das Novas
Gerações.
(Inf. Via RBE)
(Aqui mais inf.
http://www.rbe.min-edu.pt/np4/file/1857/brochura_digital.pdf)
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
Obra “Eça de Queiroz em Casa — Desenhos e Textos Inéditos” publicada na próxima quarta-feira
Obra com desenhos e textos inéditos intitulada "Eça de Queiroz em Casa -
Desenhos e Textos Inéditos", com organização e transcrição Irene
Fialho, é publicada na próxima quarta-feira, dia 23 de novembro.
“Os textos e desenhos que aqui se
publicam são, na sua maioria, inéditos, provenientes de álbuns que estiveram
mais de cem anos escondidos do público. Mesmo nos poucos casos em que os textos
e as imagens já se encontravam publicados, nunca foram coligidos numa edição
que restituísse a sua forma original”, afirma na introdução Irene Fialho.
Segundo a investigadora, “estes
álbuns não só nos revelam uma faceta quase desconhecida de Eça de Queiroz, a de
desenhador, como nos permitem uma visão única do círculo familiar e de amigos
em que o grande escritor viveu”.
“Desde autocaricaturas a poemas
escritos ao desafio, passando por retratos de perfil, partituras e até o
desenho de um diabo nu, somos levados aos serões íntimos que Eça de Queiroz
partilhava com os seus”, argumenta Irene Fialho, mestre em Literaturas
Comparadas, pela Universidade de Coimbra.
Numa das “autocaricaturas”
publicadas Eça personifica-se como uma cegonha, e noutra carrega uma cruz
antropomórfica para Bristol, em Inglaterra, e na qual colocou a seguinte
legenda: “Jesus Maria levando a cruz para o consulado”.
José Maria Eça de Queiroz foi
nomeado cônsul de Portugal em Bristol em julho de 1878, e segundo Irene Fialho
a comparação que faz de si a uma cegonha deve-se “à [sua] magreza”.
“Simbolicamente — escreve a investigadora -, é a sua efígie enquanto criador de
textos literários, mas também de muitos dos desenhos e poemas registados neste
caderno”, a publicar pela Editorial Presença.
A obra “Eça de Queiroz em Casa —
Desenhos e Textos Inéditos” é apresentada na próxima sexta-feira às 19:00, no
Grémio Literário, em Lisboa, data em que passam 171 anos sobre o nascimento do
escritor na Póvoa de Varzim, no Minho.
Realça a investigadora que a faceta
pictórica, tal como a de poeta, do autor d’”A Relíquia” são desconhecidas para
a maioria dos seus leitores.
Na parte artística há, aliás,
relatos de contemporâneo seus, que testemunham os “extraordinaríssimos
desenhos” de Eça, como se lhe referiu o escritor brasileiro Eduardo Prato,
citado por Irene Fialho.
A obra revela ainda caricaturas do
seu amigo, o escritor Ramalho Ortigão, entre elas elas, uma que ilustra um
pequeno poema heroico-cómico, “A Ramalhada”, também reproduzido parcialmente, e
uma outra em que Ramalho Ortigão (1836-1915) surge sentado numa sala com várias
escovas e maletas, ou outras que o mostra como um galo, “que faz contraponto à
cegonha Eça de Queiroz”.
Entre os escritos inéditos ou menos
conhecidos do romancista, esta obra reproduz a “Farsa de Inês de Castro”, em
verso, dividida em 14 episódios, mas incompleta, e ainda do “Caderno de D.
Emília de Castro”, com quem Eça casou em 1886,
Este caderno inclui vários poemas,
alguns em inglês e francês (traduzidos nesta edição por Helena Sobral, do filho
do casal, José Maria d’Eça de Queiroz, nascido em Londres em 1888, e ainda um
da sua irmã, Maria d’Eça de Queiroz, datado de 1908.
A atual edição inclui aliás, do
caderno de Maria d’Eça de Queiroz (1887-1970), a narrativa curta “João
Chinchila”, do amigo brasileiro da família, Domício da Gama, que o dedica à
filha do escritor. Domício da Gama num postal ilustrado, datado de abril de
1899, promete à jovem o conto “João Chinchila”, que publicou em 1901, cerca de
um ano depois da morte do autor d’”A Cidade e as Serras”.
(In, http://observador.pt)
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Mais um ano com o Projeto Ajudaris
O nosso aluno, Pedro Silva,
que este ano se encontra no 7º C, é um dos autores contemplados no livro -
Ajuraris`16 Histórias de Encantar.
Parabéns Pedro
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
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