sexta-feira, 31 de outubro de 2014

A TUA BIBLIOTECA ESCOLAR: UM MAPA DE IDEIAS

Este foi o nosso cartaz

Em todo o mundo, o mês de outubro foi o Mês Internacional da Biblioteca Escolar.

Durante este período foi reforçada a visibilidade das bibliotecas escolares e a consciencialização acerca do seu valor nas aprendizagens junto da comunidade envolvente.
A International Association of School Librarianship (IASL) propôs este ano como tema, «Your School Library: Mind-Map Central» — «A tua biblioteca escolar: um mapa de ideias» (tradução adotada pela RBE) — e um conjunto de projetos nos quais as bibliotecas poderam participar. 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Escritaria, em Penafiel

O festival Escritaria terminou ontem, após vários dias com iniciativas culturais que assinalaram, no museu municipal e nas ruas e praças da cidade, a vida e a obra de Lídia Jorge.
A escritora Lídia Jorge defendeu esta tarde, no Escritaria, em Penafiel, onde está a ser homenageada, que "a cultura é uma porta fundamental" para se sair da crise.
"Neste momento de crise, toda a gente está a perceber que a cultura é uma porta fundamental para sairmos dela", disse, comentando ainda: "A cultura vive com o mínimo dos mínimos, mas sabemos que, a partir dela, multiplicando, faz os máximos dos máximos".
O festival Escritaria terminou esta tarde, após vários dias com iniciativas culturais que assinalaram, no museu municipal e nas ruas e praças da cidade, a vida e a obra de Lídia Jorge.
No encerramento, dirigindo-se ao escritor Mário de Carvalho, homenageado na edição de 2013, e que hoje participou num dos painéis, a escritora observou, a propósito do festival:
"Nós os dois estamos a desfrutar de momentos em que a realidade é muito consoladora".
Recordando os eventos que animaram a cidade desde quinta-feira, Lídia Jorge salientou uma frase sua que a organização colocou à entrada da biblioteca da cidade.
"Nunca imaginei que uma frase minha pudesse estar escrita no chão de uma biblioteca", comentou, emocionada.
No passeio, à entrada daquele equipamento público, pode ler-se: "Não há livros de instruções para salvar a vida, só a literatura se aproxima desse grande livro".
Segundo a escritora, trata-se de "uma frase de congregação de todos os que escrevem, editam e traduzem, aqueles que multiplicam a divulgação dos livros".
A concluir, deixou uma mensagem às dezenas de pessoas que assistiam ao momento de encerramento do Escritaria.
"Tenho uma grande ambição. Só quero ser uma cronista do tempo que passa, do meu tempo, do vosso tempo, do nosso tempo".

(Inf. via ionline.pt)

A implantação da República Portuguesa - Vila do Conde




Hoje,  dia 5 de outubro, passam-se 104 anos sobre a data da implantação da República Portuguesa.
Não obstante ter sido decretado pelo Governo o fim do respetivo feriado nacional, a Câmara Municipal de Vila do Conde entende que a data deve continuar a ser evocada, assim prestando homenagem a todos quantos contribuíram para a conquista dos ideais de Liberdade que nos foram trazidos pelo regime republicano.
Com a bandeira nacional hasteada no edifício dos Paços do Concelho, teve lugar uma romagem ao cemitério do Monte do Mosteiro onde foi deposta uma coroa de flores em memória dos Republicanos falecidos, num ato de grande significado e no qual usou da palavra a Presidente da Câmara, Dra. Elisa Ferraz.
A Câmara Municipal fez o convite a todos os Vilacondenses para que participem nesta romagem de saudade e de evocação da data histórica do 5 de outubro de 1910.
(Inf. via cm-viladoconde.pt)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Hoje, Dia Mundial do Ambiente

"O Planeta Terra é a ilha compartilhada por todos nós. Devemos nos unir para protegê-la."
 Ban Ki-moon 


quinta-feira, 24 de abril de 2014

E já passaram 40 ANOS

Um cartaz e um logótipo com um ponto de interrogação em grande plano. Uma canção de 2014, Resistir de novo, que apela a um “novo despertar”. E uma medalha comemorativa do 40.º aniversário do 25 de Abril. Estas são as principais iniciativas que a Associação 25 de Abril (A25) apresentou nesta quarta-feira na sua sede em Lisboa.
Do programa de comemorações dos 40 anos do 25 de Abril pela A25 constam um cartaz e um logótipo, ambos da autoria de Júlio Pomar e de Henrique Cayatte. Trata-se de uma imagem com fundo vermelho, com um ponto de interrogação branco desenhado ao centro, e as datas, 1974 a verde e 2014 a preto.
Questionado sobre o significado do ponto de interrogação, Júlio Pomar justificou-se com a incerteza dos tempos, sublinhando a “gravidade do momento que estamos a atravessar”. “Daqui para a frente o que é que vai ser?”, questionou. O autor da imagem referiu-se ainda à urgência de discutir a "revolução dos cravos", notando que a média de idades das pessoas presentes era um “sinal muito grave”, sendo por isso fundamental “aproveitar a experiência” dos que fizeram Abril.
A associação anunciou que vai apresentar uma medalha comemorativa, feita em bronze, que assinala “um período significativo da implantação e consolidação da democracia em Portugal” que, para o seu autor, José Aurélio, tem algo de "bucólico e romântico".  Será também cunhada uma moeda de dois euros que entrará em comercialização, da responsabilidade da Casa da Moeda.
A canção Resistir de novo,  de José Jorge Letria e Carlos Alberto Moniz, entoada esta quarta-feira na associação, faz parte de um CD do álbum Canção dos 40 anos de Abril – resistir de novo. A letra da música aborda a actual situação de crise – a incerteza do futuro, a “hipoteca” estrangeira e a emigração – para dizer que é preciso “despertar” e “resistir” de novo. Um apelo a uma nova revolução, a passar pela cabeça dos promotores da iniciativa?
“Não nos passa pela cabeça, está-nos na cabeça”, respondeu Vasco Lourenço. Mas, destacou, trata-se de “uma revolução diferente, feita essencialmente pelo povo português”, que “não pode continuar a aguentar a sela que lhe colocaram em cima, a assistir, inclusivamente, ao facto de quem nos ocupa estar a iniciar uma nova guerra mundial”. E, por isso, o "capitão de Abril" insiste que o povo tem de reagir.
“Não temos cá botas cardadas a ocupar-nos, mas estamos ocupados. Aliás, são os próprios governantes que falam em ocupação. Estamos a dar um grito de revolta e esperemos que os portugueses sejam capazes dessa nova revolução”, especificou.
Vasco Lourenço informou ainda que a A25 propôs à RTP a realização de um espectáculo educativo no dia 25 de Abril, em directo para todo o país, mas, de acordo com o dirigente, não houve acordo entre as duas entidades sobre o evento. A RTP sugeriu que a associação participasse na transmissão do tradicional espectáculo, na Praça do Rossio. “Não aceitámos. Pensámos que os moldes que eles queriam para o espectáculo, com a capa de dar voz à juventude, iam desvirtuar e branquear o 25 de Abril”.
“Deve ter havido ali alguma determinação superior, [a convicção] de que o nosso espectáculo podia ser demasiado subversivo para os tempos que correm”, disse Vasco Lourenço, lamentando a forma como a Assembleia da República está a preparar as comemorações: “É pena que quem tinha o dever de comemorar [a liberdade] de forma aberta tenha tanta vergonha de o fazer”.
O presidente da A25 também anunciou que “quem protagonizou a revolução de há 40 anos” não aprova a ideia de se transferir temporariamente o Posto de Comando da Pontinha, onde se coordenou a operação militar de 1974, para a Assembleia da República. “O posto não se pode confinar a objectos e materiais utilizados nas missões", argumentou, salientando "o próprio edifício tem um significado especial”. Deveria, sim, classificar-se o Posto de Comando como um edifício de interesse nacional, defendeu.
As comemorações programadas pela A25 incluem várias actividades a realizar por todo o país “muito para lá do mês de Abril”, como a evocação das reuniões em que se planeou o golpe militar, os passeios temáticos MFA/Lisboa com alunos de várias escolas acompanhados por "militares de Abril", a tradicional "corrida da liberdade", a inauguração de oito "girândolas" no Largo do Carmo, em Lisboa, assim como outras acções em parceria com entidades da sociedade civil.
Inf. via  publico.pt/politica/noticia/

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril.


Este ano, a imagem do cartaz da DGLAB é da autoria da Lupa Design. 

O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge. Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge (Saint Jordi) e recebem em troca, um livro. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, desaparecidos nesta data em 1616. é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Este ano, a imagem do cartaz da DGLAB é da autoria da Lupa Design. O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge. Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge (Saint Jordi) e recebem em troca, um livro. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, desaparecidos nesta data em 1616.