segunda-feira, 20 de novembro de 2017

HOJE, Aniversário da Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança

As crianças irão fazer ouvir as suas vozes em solidariedade para com as crianças mais desfavorecidas e vulneráveis do mundo


Crianças e jovens de todo o mundo unem-se para ajudar a proteger a vida de crianças, lutar pelos seus direitos e para as ajudar a desenvolver o seu potencial máximo. É um dia divertido com uma mensagem séria, no qual as crianças irão “assumir” papéis de grande visibilidade nas escolas, nos media, na política, no mundo dos negócios, no desporto e no entretenimento para chamar a atenção para os desafios mais prementes que a sua geração enfrenta.

(Inf. via http://www.unicef.pt/Dia-Universal-Direitos-Crianca/
Organização do texto pela PB Manuela Costa)

CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA

A 20 de novembro de 1989, as Nações Unidas (ONU) adotaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respetivas disposições para que sejam aplicados. Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.
“…a opinião da criança…”
A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:
• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as ações e decisões que lhe digam respeito.
• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

(Inf. Via http://www.unicef.pt/artigo.php?mid=18101111
Organização do texto pela PB Manuela Costa)

domingo, 19 de novembro de 2017

Dança-Canção da Missão Pijama 2017 | Mundos de Vida

A canção “Família" é dos ÁTOA. A coreografia é do CIFRÃO.

Três crianças diferentes começam a dançar. Envolvidos pela letra e pela música parecem rodar por diferentes lugares, como se representassem as várias escolas e regiões do país. E não conseguem parar de dançar. A dança-canção aproxima todos os que vivem o espírito da Missão Pijama. Em todas as escolas, esta dança, associada à causa "Uma criança tem direito a crescer numa família", vai unir o país. Agora, escolas-pijama e famílias-pijama é só viver a música e dançar...

Abraços. www.mundosdevida.pt


É difícil entender e ninguém repara
Na importância da família e de uma casa
Não há desculpa para não fazer nada
Será mais forte o que nos une ou que nos separa?
E é mais forte o que nos une.

Olhar para trás e ver que o tempo passou
Filho és, pai serás e talvez avô
Toda a gente a sorrir na foto de família

Eu juro que acredito que vou ver um dia
Todos juntos conseguimos mudar
Então não fiques parado apenas a olhar
Acolher é dar amor, sê bem-vindo ao nosso lar
Muda a tua atitude, já estás a ajudar

Será mais forte o que nos une ou que nos separa?
É dificil entender e ninguém repara
Na importância da família e de uma casa
Não há desculpa para não fazer nada
Dentro de quatro paredes um adulto atento
E é mais forte o que nos une.

Não, eu assim não aguento
Toda a criança merece um abraço com sentimento
Podes mudar o mundo por isso pensa bem
Às passadas que ela dá no seu crescimento
Podes fazer a diferença com um simples ato

Porque onde vivem três pessoas podem sempre viver quatro
Hoje em dia ainda pensas como teria sido
Na alegria que é saber que mudaste o mundo de alguém
Acreditaste, confiaste, não foi fácil, mas no fim tu ajudaste
Se não tivesses ajudado quando foi preciso?

E é mais forte o que nos une.
É difícil entender e ninguém repara
Na importância da família e de uma casa
Não há desculpa para não fazer nada
Será mais forte o que nos une ou que nos separa? 

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

A Biblioteca Municipal José Régio está a integrada na Rede de Bibliotecas Associadas à Comissão Nacional da UNESCO

"A tolerância é uma luta pela paz". Esta é uma das frases da mensagem da Diretora Geral da UNESCO, Audrey Azoulay, a propósito do Dia Mundial da Tolerância, que se celebra a 16 de novembro. A Biblioteca Municipal José Régio evocou esta data, descerrando a placa alusiva à sua recente integração na Rede de Bibliotecas Associadas à Comissão Nacional da UNESCO. A sessão foi presidida pela Presidente da Câmara Municipal, Drª Elisa Ferraz, que destacou o papel das bibliotecas enquanto espaços democráticos na promoção da tolerância e de boas práticas. Estiveram presentes todos os Professores Bibliotecários das nossas escolas, o Coordenador inter-concelhio da RBE, autarcas, representantes de instituições que integram a Rede Concelhia de Bibliotecas, equipa da Biblioteca Municipal e alguns professores voluntários que colaboram em várias atividades promovidas por este equipamento.
(Inf. Via Câmara Municipal de Vila do Conde)





Hoje, é o Dia Internacional da Tolerância

Dia Internacional da Tolerância é comemorado anualmente em 16 de Novembro.
A data tem o objetivo de promover o bem estar, o progresso e a liberdade de todos os cidadãos, assim como fomentar a tolerância, o respeito, o diálogo e cooperação entre diferentes culturas, religiões, povos e civilizações.
Dia Internacional da Tolerância combate qualquer tipo de intolerância e preconceito, seja ele religioso, sexual, económico ou cultural. 
Com a globalização, a pluralidade cultural que existe no mundo se tornou ainda mais interligada, exigindo uma maior compreensão das pessoas em respeitar os diferentes modos de viver de cada cidadão. Isso, no entanto, não significa que devemos aceitar as ideias ou doutrinas de todas as sociedades, mas apenas aprender a respeitá-las e conviver com as diferenças.

Origem do Dia Internacional da Tolerância

Dia Internacional da Tolerância foi criado em 1996, pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A ideia surgiu a partir do Ano das Nações Unidas para a Tolerância, em 1995, que foi decidida e programada desde 1993, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - UNESCO.
(Inf. via https://www.calendarr.com)

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

«Jean Giono ilumina o mundo em que vivemos. Um mundo de sonho, paixão e realidade.» Henry Miller

SINOPSE
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.

Inspirado em acontecimentos verdadeiros, traduzido em diversas línguas e largamente difundido pelo mundo inteiro, O Homem Que Plantava Árvores é uma história inesquecível sobre o poder que o ser humano tem de influenciar o mundo à sua volta.
Narra a vida de um homem e o seu esforço solitário, constante e paciente, para fazer do sítio onde vive um lugar especial.
Com as suas próprias mãos e uma generosidade sem limites, desconsiderando o tamanho dos obstáculos, faz, do nada, surgir uma floresta inteira - com um ecossistema rico e sustentável.
É um livro admirável que nos mostra como um homem humilde e insignificante aos olhos da sociedade, a viver longe do mundo e usando apenas os seus próprios meios, consegue reflorestar sozinho uma das regiões mais inóspitas e áridas de França.