quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Concurso «Eu conto!»

O Concurso «Eu conto!» é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, em parceria com o Banco Popular. Esta iniciativa ,  enquadra-se  na 6ª Edição da Semana da Leitura  que tem como temática central  COOPERAÇÃO/ SOLIDARIEDADE.  

Aqui pode consultar REGULAMENTO

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Já passou um ano e a tradição vai chegar de novo

Foi assim o ano passado...

Feira Grande de Janeiro ou
Feira dos Vinte ou
Feira das Colheres de Pau ou
Feira dos Namorados, assim ficou conhecida uma das feiras que teve origem no século XVIII e uma das mais importantes do Norte do País.

Tudo começou num alvará régio, promulgado por D. Pedro II, a 5 de Setembro de 1704, por solicitação das gentes de Vila do Conde, e onde se instituía a Feira Franca de Santo Amaro, a realizar ao dia 20 de cada mês.
Durante séculos a "Feira dos Namorados" foi o local privilegiado para os jovens encontrarem o seu "par ideal", deslocavam-se até lá nos seus trajes de festa, levando colheres de pau que serviam de "suporte" para escrever versos e rimas de amor às suas amadas. Na feira não faltava o som das gaitas tocadas por músicos galegos e barracas onde se vendiam vinho, pão e figos.
Esta colher servia como tema de brincadeira, tentando os rapazes tirá-la às raparigas, o que provocava correrias e risadas e, por vezes, o início de alguns namoros.
Uma outra maneira de iniciar uma relação de amizade, ou até de futuro compromisso amoroso, consistia em o rapaz oferecer à rapariga que tinha "debaixo de olho", a colher que tinha decorado, e esta aceitá-la.
Desde os anos noventa, e até aos dias de hoje, a Câmara Municipal de Vila do Conde, através das Escolas de Ensino Básico deste concelho, pretende manter esta tradição, promovendo um concurso de colheres de pau.
Todos os anos, a autarquia compra centenas daquelas colheres que depois distribui pelas escolas para os alunos decorarem com pinturas e desenhos.
As colheres são depois expostas e vendidas ao público na feira de Vila do Conde, revertendo as receitas para uma instituição de solidariedade local. Os alunos apresentam-se vestidos à época setecentista e são acompanhados por música, de forma a ser recriado o ambiente original festivo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Chegaram os Reis


(...)
Já as janeiras vieram,
Os Reis estão a chegar,
Os anos amadurecem:
Estamos para durar!

Já lá vem Dom Melchior
Sentado no seu camelo
Cantar as loas de cor
Ao cair do caramelo.

O incenso, mirra e oiro,
Que cheirais e luzis tanto,
Não valeis aquele tesoiro
Do nosso Menino santo!
(...)
(Recolha de quadras de Janeiras, por Vitorino Nemésio)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Amanhã "chegam" os três reis

Matilda Harrison
Já os três reis são chegados
À lapinha de Belém
A adorar o Deus Menino
Nos braços da Virgem Mãe.

Os três reis do Oriente
Vieram com grande cuidado
Visitar o Deus Menino
Por uma estrela guiados.

A linda estrela os guiou
Até à sua cabaninha
Onde estava o Deus Menino
Deitadinho na palhinha.

Venho dar as Boas Festas
As Boas Festas d' Alegria
Que vos manda o Rei da Glória
Filho da Virgem Maria. 
[Autor desconhecido]

Sugestão para o Dia de Reis