quinta-feira, 9 de junho de 2011

Ainda o Dia do Ambiente

Leitura partilhada com os alunos do 6º Ano aconteceu hoje. O conto de José Fanha " O Dia em que a mata ardeu" foi o ponto de partida para uma conversa entusiasmada e muito participada sobre florestas e preservação do ambiente.

Sinopse
A narrativa, perspectivada no âmbito da formação cívica, aborda a temática dos incêndios, procurando sensibilizar os mais novos para este verdadeiro e preocupante flagelo nacional.
Conjugando o rigor de um pedagogo no terreno há já vários anos e a subtileza da escrita de um grande autor que é também actor, José Fanha veicula a mensagem implícita no slogan: Portugal sem fogos depende de todos.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

As crianças têm direitos

Ilustração de Bruno Di Maio

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças, bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.
A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo jurídico para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.
Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e também pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.
Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças:
• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.
• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que lhe digam respeito.
• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.
• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
•os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria opinião)
(inf. recolhida em http://www.unicef.pt)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O GRANDE ENCONTRO!!! As primeiras imagens

Voz, música, cor, muito movimento e uma grande moldura humana envolveram a celebração da Leitura.
Valeu a pena!!!

Para mais tarde recordar























Reportagem fotográfica da responsabilidade do
Prof. João Azevedo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mais um escritor na nossa Biblioteca

No próximo dia 13 iremos receber a visita de mais um escritor. Desta vez é  João Pedro Mésseder.
João Pedro Mésseder nasceu em 1957, no Porto. Sob a identidade de José António Gomes, é Professor Coordenador da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, tendo-se doutorado em Literatura Portuguesa do século XX pela Universidade Nova de Lisboa e publicado diversos estudos nos âmbitos da História e da Crítica Literárias (Literatura Portuguesa Contemporânea e Literatura para a Infância e a Juventude), além de várias antologias. Nesta qualidade, fundou e dirige a revista Malasartes – Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude (Porto Editora).
É autor de livros de poesia e de cerca de três dezenas de obras para crianças e jovens, repartidas pela escrita em verso, pelo álbum e pela narrativa – alguns dos títulos traduzidos para galego e espanhol. Está representado em antologias em Portugal, no Brasil e na Alemanha, e tem colaboração dispersa em diversas publicações.
Textos seus têm sido utilizados em espectáculos teatrais de grupos como Andante, Sopa de Letras, Renascer, teatromosca, Gisela Cañamero / arte pública e TIN.BRA - Teatro Infantil de Braga. Criou o texto principal para o espectáculo Lenheiras de Cuca-Macuca (2008) do Teatro e Marionetas de Mandrágora, com encenação de José Caldas. Vários dos seus poemas e outros textos foram musicados, interpretados e gravados pelo Bando dos Gambozinos, sob a direcção musical de Suzana Ralha, tendo Romance do 25 de Abril sido integralmente musicado por Pedro Moura e apresentado, sob a forma de opereta infantil, num espectáculo realizado na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, em 25 de Abril de 2007. Em 2010, por encomenda da RTP, escreveu o conto Comédia italiana, a partir do quadro, com o mesmo título, de Columbano. Com base em ambos foi realizado um filme de animação.
A sua obra conta com várias dezenas de títulos editados e que foram motivo de estudos e de recensões críticas.



Os alunos do 5º Ano leram Guardador de Árvores 
Em Guardador de Árvores, João Pedro Mésseder apresenta-nos uma colectânea de poemas unidos por uma mesma temática, a árvore. As suas palavras encerram uma manifesta homenagem às árvores «como antigas mães dos livros». Encontramos poemas sobre as árvores em geral, onde se revela um pouco da vida da árvore (como nos poemas «Humores» e «Dádivas»); outros onde as palavras recordam as traquinices da infância (como nos poemas «Ninho» ou «Resina») e poemas com nomes de árvores (como «Oliveira», «Cipreste» e «Salgueiro», apenas para mencionar alguns), onde se retratam algumas árvores em particular. Esta publicação tem a rara particularidade de ter não só a palavra, mas também a imagem impressa a uma só cor, preto sobre papel branco (com excepção da capa, impressa a duas cores, verde e preto). Característica não muito comum no universo da literatura para a infância mas que consideramos uma boa aposta do ponto de vista estético, já que, como consequência, o livro encerra uma certa dose de surpresa que exige uma maior atenção do leitor. Com um traço simples e seguro, Horácio Tomé Marques interpreta com eficácia as palavras versificadas exibindo a sua sensibilidade e experiência criativas. 
Texto de| Gabriela Sotto Mayor

Pela 1ª vez TODOS juntos!