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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

HISTÓRIAS IMPROVÁVEIS no mundo das artes

Hoje, pelas 15:00, decorreu na nossa biblioteca a apresentação do novo livro de Jorge Basílio com ilustrações de Sofia Linhares.
Pai e filha lançaram mais um livro, desta vez com o título "HISTÓRIAS IMPROVÁVEIS no mundo das artes".
 




 
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

90 ANOS!!! Parabéns Agustina Bessa-Luís




"O Que é Escrever? Escrever é isto: comover para desconvocar a angústia e aligeirar o medo, que é sempre experimentado nos povos como uma infusão de laboratório, cada vez mais sofisticada. Eu penso que o escritor com maior sucesso (não de livraria, mas de indignação social profunda) é aquele que protege os homens do medo: por audácia, delírio, fantasia, piedade ou desfiguração. Mas porque a poética precisão de dum acto humano não corresponde totalmente à sua evidência. Ama-se a palavra, usa-se a escrita, despertam-se as coisas do silêncio em que foram criadas. Depois de tudo, escrever é um pouco corrigir a fortuna, que é cega, com um júbilo da Natureza, que é precavida. "

 Agustina Bessa-Luís, 
in "Contemplação Carinhosa da Angústia" 


Francisca 
de 
Manoel de Oliveira

"Camilo Castelo Branco encontra-se com Fanny (Francisca Owen Pinto de Magalhães, 1830-1854), visitando-a e escrevendo-lhe umas famosas cartas, que mais tarde servirão para destruir a relação de Fanny com o futuro marido José Augusto Pinto de Magalhães. Estes morrerão de "amor", pela tragédia do triângulo de que Camilo faz parte. 
Agustina Bessa Luís relata magistralmente estes trágicos amores no seu romance Fanny Owen. Refira-se, também, que Francisca, o filme de Manoel de Oliveira, resulta de uma encomenda de diálogos a Agustina, da qual acabou por resultar este romance. O filme foi filmado na Quinta de Soeime, em Vilar do Paraíso" 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Conversa muito agradável e descontraída com o escritor Jr. Rodry, o autor de "A minha escola dava um filme"




Excerto
"O meu nome é Guga. Posso parecer um rapaz como os outros, mas às vezes tenho ideias brutais! Este ano, tive a ideia mais fantástica da minha vida: fazer um filme...como aqueles que vemos no cinema. Com super-heróis, cientistas malucos e até vampiros. Já estou a imaginar as cenas e tudo. Vai ser sobre a minha Escola!"

sábado, 28 de janeiro de 2012

(Re)lembrar Vergílio António Ferreira

Às 15 horas do dia 28 de Janeiro, sexta-feira, de 1916, em Melo, concelho de Gouveia, nascia Vergílio António Ferreira, filho de António Augusto Ferreira e Josefa Ferreira. 

Em 1940: ano em que conclui
em Coimbra o curso de
Filologia Clássica

 "Não se pode imaginar uma cor, fora das cores do espectro solar. Não se pode ouvir um som, fora da nossa escala auditiva. Não se pode pensar, fora das possibilidades da língua em que se pensa" 
Vergílio António Ferreira

Ganhou, entre outros, o Prémio do Centro Português da Associação Internacional de Críticos Literários (1985, pelo conjunto da sua obra), o Prémio Fémina (1990), o Prémio Europália (1991) e o Prémio Camões (1992).
Obras publicadas:
  Ficcção:
      1943 O Caminho fica Longe
      1944 Onde Tudo foi Morrendo
      1946 Vagão "J"
      1949 Mudança
      1953 A Face Sangrenta
      1953 Manhã Submersa
      1959 Aparição
      1960 Cântico Final
      1962 Estrela Polar
      1963 Apelo da Noite
      1965 Alegria Breve
      1971 Nitido Nulo
      1972 Apenas Homens
      1974 Rápida, a Sombra
      1976 Contos
      1979 Signo Sinal
      1983 Para Sempre
      1986 Uma Esplanada Sobre o Mar
      1987 Até ao Fim
      1990 Em Nome da Terra
      1993 Na Tua Face
      1996 Cartas a Sandra
  Total: 22 obras de ficção
  Ensaios:
      1943 Sobre o Humorismo de Eça de Queirós
      1957 Do Mundo Original
      1958 Carta ao Futuro
      1963 Da Fenomenologia a Sartre
      1963 Interrogação ao Destino, Malraux
      1965 Espaço do Invisivel I
      1969 Invocação ao Meu Corpo
      1976 Espaço do Invisivel II
      1977 Espaço do Invisivel III
      1981 Um Escritor Apresenta-se
      1987 Espaço do Invisivel IV
      1988 Arte Tempo
  Total: 12 ensaios
  Diários
      1980 Conta-Corrente I
      1981 Conta-Corrente II
      1983 Conta-Corrente III
      1986 Conta-Corrente IV
      1987 Conta-Corrente V
      1992 Pensar
      1993 Conta-Corrente-nova série I
      1993 Conta-Corrente-nova série II
      1994 Conta-Corrente-nova série III
      1994 Conta-Corrente-nova série IV
  Total: 10 diários




quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Nasceu há 176 anos o autor das Aventuras de Tom Sawyer

Hoje, o Google (re)lembra-nos o escritor/humorista norte-americano Samuel Langhorne Clemens, mais conhecido pelo pseudónimo Mark Twain.
Nasceu na Florida, Missouri a 30 de novembro de 1835 e faleceu a 21 de Abril de 1910 em Redding, Connecticut.
Em 1876 escreve o romance que tem atravessado gerações; “Aventuras de Tom Sawyer”.
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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Para a chegada do Natal e não só...

Sinopse:
Joana, menina rica e prisioneira no seu jardim, faz amizade com o Manuel, criança órfã e pobre, que vive num estábulo na companhia de uma vaca e de um burro. Todos os dias se encontram e conversam debaixo do cedro. Na noite de Natal, ao aperceber-se de que os pobres não têm presentes, resolve sair para procurar a cabana onde dorme o seu amigo para lhe dar as prendas que tinha recebido. Sente frio e medo, mas não desiste; orientada por uma estrela, penetra no pinhal onde encontra os três reis magos que também se dirigiam para a cabana. Quando ali chegaram, viram um casebre sem porta inundado pela claridade dos anjos; ali estava, deitado na palha, o Manuel. A Joana ajoelhou-se e poisou no chão os presentes.
Texto de Rui Marques Veloso
Título: A noite de Natal
Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Figueirinhas

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Uma opção para leitura orientada na sala de aula - 5º Ano

Sinopse:
Reedição de um clássico da literatura juvenil portuguesa cuja primeira edição data de 1926, na altura com ilustrações de Roque Gameiro, neste livro Jaime Cortesão combina a componente histórica com a maravilhosa, criando uma narrativa de aparência lendária, associada à descoberta das ilhas dos Açores e da Madeira. A presença de alusões a personagens referenciais e a factos históricos, como é o caso da reconquista cristã, de D. Afonso Henriques, do conde D. Henrique e dos «descobrimentos» portugueses, não inibe o seu cruzamento com uma certa ideia mítica acerca da génese da identidade nacional portuguesa, conotada com uma dimensão atlântica e marinheira dos portugueses que a narrativa recupera. A filiação marinha (e maravilhosa) do povo português explica o seu destino atlântico e descobridor e justifica, deste modo, o seu passado e o seu presente. As ilustrações, completamente diferentes das originais são igualmente interessantes. As aguarelas que pontuam o texto dão conta da ambiência marinha e até da dimensão épica da intriga, valorizando ambientes e heróis.
Texto de: Ana Margarida Ramos
Título: O Romance das Ilhas Encantadas
Autor: Jaime Cortesão
Editora: Vega


Sobre Jaime Cortesão
Nasceu em Cantanhede no ano de 1884 e faleceu aos 76 anos em Lisboa.
Estudou no Porto, em Coimbra e em Lisboa, vindo a formar-se em Medicina em 1909. Leccionou no Porto de 1911 a 1915, quando foi eleito deputado por aquela cidade. Em plena Primeira Guerra Mundial defendeu a participação do país no conflito, tendo participado como voluntário do Corpo Expedicionário Português, no posto de capitão-médico, tendo publicado as memórias dessa experiência.
Entregou-se às artes, ao ensino, à literatura e à política. Escritor (poeta, dramaturgo, contista, memorialista), colaborou na concretização de diversas publicações (A Águia, Renascença e Seara Nova). Participou activamente na conspiração que conduziu à implantação da República. Opôs-se tanto ao sidonismo como ao salazarismo, o que lhe valeu ser preso por diversas vezes e o conduziu ao exílio.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

valter hugo mãe no Jornal das 8

Ontem, valter hugo mãe esteve no Jornal das 8, entrevistado por Judite de Sousa.
Se não assistiu, basta clicar na imagem, e terá oportunidade de ouvir "o português que fez chorar brasileiros".

 PARABÉNS valter!!!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mais um escritor na nossa Biblioteca

No próximo dia 13 iremos receber a visita de mais um escritor. Desta vez é  João Pedro Mésseder.
João Pedro Mésseder nasceu em 1957, no Porto. Sob a identidade de José António Gomes, é Professor Coordenador da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto, tendo-se doutorado em Literatura Portuguesa do século XX pela Universidade Nova de Lisboa e publicado diversos estudos nos âmbitos da História e da Crítica Literárias (Literatura Portuguesa Contemporânea e Literatura para a Infância e a Juventude), além de várias antologias. Nesta qualidade, fundou e dirige a revista Malasartes – Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude (Porto Editora).
É autor de livros de poesia e de cerca de três dezenas de obras para crianças e jovens, repartidas pela escrita em verso, pelo álbum e pela narrativa – alguns dos títulos traduzidos para galego e espanhol. Está representado em antologias em Portugal, no Brasil e na Alemanha, e tem colaboração dispersa em diversas publicações.
Textos seus têm sido utilizados em espectáculos teatrais de grupos como Andante, Sopa de Letras, Renascer, teatromosca, Gisela Cañamero / arte pública e TIN.BRA - Teatro Infantil de Braga. Criou o texto principal para o espectáculo Lenheiras de Cuca-Macuca (2008) do Teatro e Marionetas de Mandrágora, com encenação de José Caldas. Vários dos seus poemas e outros textos foram musicados, interpretados e gravados pelo Bando dos Gambozinos, sob a direcção musical de Suzana Ralha, tendo Romance do 25 de Abril sido integralmente musicado por Pedro Moura e apresentado, sob a forma de opereta infantil, num espectáculo realizado na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto, em 25 de Abril de 2007. Em 2010, por encomenda da RTP, escreveu o conto Comédia italiana, a partir do quadro, com o mesmo título, de Columbano. Com base em ambos foi realizado um filme de animação.
A sua obra conta com várias dezenas de títulos editados e que foram motivo de estudos e de recensões críticas.



Os alunos do 5º Ano leram Guardador de Árvores 
Em Guardador de Árvores, João Pedro Mésseder apresenta-nos uma colectânea de poemas unidos por uma mesma temática, a árvore. As suas palavras encerram uma manifesta homenagem às árvores «como antigas mães dos livros». Encontramos poemas sobre as árvores em geral, onde se revela um pouco da vida da árvore (como nos poemas «Humores» e «Dádivas»); outros onde as palavras recordam as traquinices da infância (como nos poemas «Ninho» ou «Resina») e poemas com nomes de árvores (como «Oliveira», «Cipreste» e «Salgueiro», apenas para mencionar alguns), onde se retratam algumas árvores em particular. Esta publicação tem a rara particularidade de ter não só a palavra, mas também a imagem impressa a uma só cor, preto sobre papel branco (com excepção da capa, impressa a duas cores, verde e preto). Característica não muito comum no universo da literatura para a infância mas que consideramos uma boa aposta do ponto de vista estético, já que, como consequência, o livro encerra uma certa dose de surpresa que exige uma maior atenção do leitor. Com um traço simples e seguro, Horácio Tomé Marques interpreta com eficácia as palavras versificadas exibindo a sua sensibilidade e experiência criativas. 
Texto de| Gabriela Sotto Mayor

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tempo de Inverno tempo de boas leituras

Ano Novo, Livros Novidade

Sinopse:
Numa casa empoleirada no cimo de um monte careca, vive um menino que passa os dias a olhar os montes vizinhos, medindo ao longe os humores da paisagem. Quando chega a idade da escola, fechado numa pequena sala e perdido entre os lápis e os cadernos, o menino aborrece-se por tudo lhe parecer tão perto.
Sente falta da distância que só se encontra nos montes. Não percebe quando a professora lhe explica que um rosto pode conter distâncias infinitas, tão imensas e belas como as da paisagem.
Até que repara numa menina que olha para o nada como se visse alguma coisa, e percebe que o rosto começa onde se vê e vai até onde já não há luz nem som. Um rosto, se prestarmos a devida atenção, pode ser tão grande quanto a alma.
Autor: Valter Hugo Mãe
Editor: Objectiva

Sinopse:
Esta é a história de um menino que, desafiado pelo avô, procura conhecer os mistérios da vida. Avô e neto vivem num jogo sem fim de perguntas e respostas, enigmas e soluções, procurando, adivinhando e aprendendo sempre. Certo dia, o menino fica sem resposta quando o avô lhe pergunta: Quais são para ti as coisas mais belas do mundo? São as coisas de verdade, como tanto quanto se vê e toca? Ou as coisas invisíveis, aquelas que pensamos, sentimos e sonhamos? 
Autor: Valter Hugo Mãe
Editor: Objectiva





Sinopse:
Era uma vez a noite mais estrelada de todas as noites! O céu estava tão cintilante que parecia feito de ouro! Havia estrelas de todos os tipos, tamanhos e feitios. Enquanto umas desfilavam pomposas, com óculos de sol e brincos de diamantes, outras, vaidosas, soltavam os cabelos para mostrarem os colares de pérolas. Pareciam autênticas estrelas de cinema! Todas elas brilhavam radiantes, encantando quem as olhava. Todas, quer dizer, não é bem assim. É que no meio daquele céu, de estrelas radiantes e vaidosas, havia infelizmente uma que não brilhava.”
Assim começa a história de Pálida, cujo início não resisti a transcrever aqui. A Pálida é uma das estrelas que formam o Cruzeiro do Sul que descerá à Terra para procurar o seu brilho. Do fundo do mar à Lapónia, passará pela casa de um casal muito especial que a ajudará a perceber que, afinal, ela brilhava como ouro.
“A Estrelinha Pálida” de Pedro Seromenho encontra-se maravilhosamente ilustrada pelo próprio
Autor: Pedro Seromenho
Editor: Opera Omnia


Sinopse:
 A Nascente de Tinta tem como herói um menino de cinco anos cheio de poderes mágicos, o Gonçalo. 
Autor: Pedro Seromenho
Editor: Paleta de Letras
 






Sinopse:
Quem não sonhou já encontrar uma Princesa, pegar-lhe na mão e voarem juntos?
Nesta aventura, o pequeno Gonçalo viaja até ao Reino do Silêncio, sítio de mitos e segredos, que é governado por um Rei Tirano. Com um coração de pedra e obcecado pelo poder, este Rei passa a vida a inventar leis, a proibir a música e a impedir os outros de serem felizes. Ninguém sabe ao certo o porquê deste Silêncio.
Por isso, desafiando-o, o Gonçalo parte em busca de uma Pedreira
Encantadaonde, segundo uma lenda, se esconde algo mágico e doce que pode mudar o destino do Reino.
Autor: Pedro Seromenho
 Editor: Paleta de Letras

terça-feira, 7 de dezembro de 2010